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8 de jun. de 2011

Companhia de Seguros recusa-se a pagar concertos cancelados

A AEG está a ser processada pela seguradora “Lloyd” por não terem informado do “vício/utilização de medicamentos” do cantor antes da sua morte. A seguradora pretende desta forma não pagar os 17,5 milhões de dólares dólares (cerca de 12 milhões de euros) pelo cancelamento dos concertos de regresso de Jackson.
Segundo avança a BBC News, a AEG terá aumentado o seguro para 17,5 milhões de dólares (cerca de 12 milhões de euros) dois meses antes da morte do cantor, a Junho de 2009. 
Nunca foi levado a cabo qualquer exame médico ao cantor e por isso a Lloyd diz que não devia ser obrigada a pagar os concertos cancelados.
O julgamento do médico de Michael Jackson foi adiado até ao próximo mês de Setembro.

Fonte: 100% MichaelJackson
Creditos: Fórum Number Ones

3 de jun. de 2011

Morte de Michael Jackson: ação judicial pode ser afetada por julgamento do médico

O desfecho do caso de homicídio involuntário contra o médico pessoal de Michael Jackson pode afetar a duração do julgamento de um processo civil relacionado no próximo ano, disse um juiz ao advogado da mãe do cantor na quarta-feira.

O advogado Kevin Boyle, durante uma audiência perante a Juiza da Corte Superior de Los Angeles, Yvette Palazuelos, previu que processo civil de Katherine Jackson contra a AEG Live levaria cerca de quatro semanas para julgar, não incluindo o que se espera ser um longo processo de seleção do júri.

A empresa estava promovendo uma série de concertos com ingressos esgotados em Londres para os quais Jackson estava ensaiando em Los Angeles, no momento de sua morte.

No entanto, Boyle disse que se Dr. Conrad Murray, que estava com o artista quando ele morreu, for condenado, o júri do processo civil não terá que lidar com questões de negligência no caso e pode se concentrar diretamente sobre se a AEG Live foi empregadora de Murray.

Os advogados da AEG Live dizem que seu cliente empregou Murray, cujo julgamento criminal no caso foi recentemente adiado para setembro.
"Eu acho que o julgamento (civil), seria consideravelmente menor", disse Boyle após a audiência.

No entanto, o advogado 
da AEG Live, Marvin Putnam, disse que não tinha certeza se uma condenação de Murray em processo criminal teria o impacto Boyle prevê. Ele também disse que o processo civil pode demorar ainda mais do que a estimativa de Boyle.

Palazuelos agendou o julgamento de ação civil para 10 de setembro de 2012.

A ação foi ajuizada em setembro passado por Katherine Jackson, em nome de si mesma e de três netos, Michael Jr., Paris-Michael Katherine e Prince Michael. Ela alega que AEG Live é responsável pelas decisões médicas feitas por Murray, que ainda não se declarou culpado de homicídio involuntário na morte de Jackson.

Palazuelos também está gerindo um processo separado, apresentado contra Murray pelo pai do cantor, Joe Jackson, que alega homicídio culposo. O caso não foi parte da audiência de hoje. Uma conferência em 2 de novembro está prevista para esse fato.

Traduzido por Tay (Fórum Number Ones)

Fonte: SWRNN

3 de fev. de 2011

Juiz autoriza mãe de Michael Jackson a processar produtora


LOS ANGELES (Reuters) - Um juiz autorizou na quarta-feira um processo judicial em que a mãe de Michael Jackson acusa a produtora AEG Live de participação nas decisões médicas que levaram à morte do cantor.
A AEG pagava os honorários do médico Conrad Murray, que responde a um processo de homicídio culposo por ter administrado a overdose de analgésicos que levou Michael Jackson à morte, em junho de 2009, aos 50 anos de idade.
A juíza Yvette Palazuelos, da Corte Superior de Los Angeles, rejeitou na quarta-feira o pedido de arquivamento do processo feito pela AEG, subsidiária da empresa Anschutz Entertainment Group.
Mas a juíza disse que os advogados de Katherine Jackson, de 80 anos, precisarão apresentar provas de fraude, imposição negligente de perturbação emocional e conspiração civil.
Palazuelos antecipou ter dúvidas sobre a tese da conspiração civil, já que não há no processo detalhes mostrando que a AEG, que promoveria uma série de shows do cantor, se mancomunou com Murray para violar a lei.
Murray foi contratado para cuidar de Jackson durante os preparativos da turnê que marcaria o relançamento da sua carreira. "Se o objetivo era levá-lo a ensaios, não vejo isso como um ato errôneo ou ilegal", afirmou a juíza.
Marvin Putman, advogado da AEG, alegou que a empresa não teria como imaginar que Jackson morreria por causa de decisões tomadas pelo médico. A produtora argumentou também que "não escolheu nem contratou o dr. Murray", e que meramente negociou para "mantê-lo como um fornecedor independente".
A próxima audiência desse processo, que tem os três filhos de Jackson como coautores ao lado da avó, está marcada para 22 de março.
Num processo que corre paralelamente a esse, Murray deve ser julgado a partir de 28 de março, e pode ser condenado a quatro anos de prisão.

Fonte : O globo